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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O início, em 2014 e as esperanças para 2015

    Grandes coisas o Senhor tem feito por aqui e estamos ansiosos por mais!

   O ano de 2014 foi um tremendo desafio para todos nós. Viemos para Monte Mor conscientes de que nada havia de concreto em questões ministeriais. Além do CPP – Curso de Preparação Profética, só tínhamos as convicções pessoais do que o Senhor nos havia mostrado em 2013 sobre o desejo dEle de fazer seu Reino conhecido nesse lugar e de como cada um de nós poderia estar envolvido nessa grande obra. E, mesmo convivendo com os irmãos do CPP, não temos envolvimento direto com o curso, apenas servimos os irmãos como igreja, dando suporte em algumas atividades e necessidades mais pessoais. Então, morar na cidade e se relacionar com a cultura e cotidiano foi nossa missão em 2014, junto com o estabelecimento da vida de igreja e início dos turnos na Casa de Oração. E o Senhor nos colocou especificamente no “centro” da cidade!
   No início de 2014, o projeto Alfabetiz’Arte era meu grande desafio junto com a Flávia, uma das  missionárias que permaneceu aqui. Começamos o projeto numa escola estadual onde “adotamos” a biblioteca da escola para garantir seu funcionamento para os alunos, que são de baixa-renda e normalmente não tem acesso a tantos materiais culturais. Além disso, como a Flávia é psicóloga, aos poucos a coordenação da escola foi encaminhando jovens e alguns pais para dialogar com ela. Também atuamos junto aos alunos e professores com palestras com temas como “bullyng” e orientações pedagógicas, especialmente nos relacionamentos professor-aluno. Neste tempo, entendemos que Deus tinha um propósito exclusivo com cada pessoa com quem nos relacionamos nesta escola. E temos visto que não apenas não cristãos precisam do Evangelho, mas muitos cristãos feridos em seus ministérios precisam de apoio e estamos abertos para dar este suporte em oração e aconselhamento.
  Um dos grandes desafios de se “começar” algo numa cidade é o tempo de vida normal para conhecer o local, a cultura e as pessoas. Não desejamos fazer nada com nossas próprias ideias, ainda que pareçam incríveis. Temos entendido que o Senhor deseja compartilhar conosco sua obra e, por isso, precisamos permanecer em um relacionamento diário onde estamos atentos a sua voz! Percebo um tempo de transição, onde existe uma necessidade ainda maior de ouvir a voz do Senhor e suas direções pontuais para que, embora eu já conheça um pouco sobre Monte Mor, não queira fazer nada por minha própria conta. É um tempo de desarmar qualquer tipo de ansiedade e realmente esperar. Por ter tomado uma decisão tão radical durante o ano de 2013 e deixado toda uma vida estruturada em Bauru para permanecer aqui, preciso depender totalmente do Pai para manter o foco. A cada dia recebo graça dEle para continuar, para permanecer e perseverar! E quando o desespero bate à porta da minha mente, quando começo a pensar em ter feito uma loucura, o Espírito Santo intervém e derrama toda a satisfação pessoal da qual necessito para continuar. E assim venho experimentando, a cada dia, a medida da graça de Deus para prosseguir, em alegria!
   Definitivamente, Deus tem algo grandioso para Monte Mor e nos chamou para participar disto com Ele! Há um caminho a ser preparado nesta cidade e nosso desejo é corresponder ao Senhor em tudo o que Ele deseja fazer aqui, ainda que isto custe nossas vidas!
   Para 2015, entendi que 2 projetos devem ser priorizados: Casa de Oração e a república onde moro com mais 3 moças.

CASA DE ORAÇÃO

“ E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, mesmo que pareça demorado em responder-lhes?
                Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará fé na terra?”

(Lucas 18.7-8)

   Há um chamado para a oração! Há um Deus cujo coração anseia pelas palavras de seus filhos; que anseia em ver sua Casa chamada “Casa de Oração” (Isaías 56.7), onde ouvir a adoração e a oração de seus santos é Seu maior prazer! É isto que desejamos ver em Monte Mor. Para isso, precisamos de pessoas que estejam dispostas a gastar horas de seus dias – e porque não sua vida! – para estar diante do Trono de Deus adorando-O e clamando para que seu Reino venha, para a justiça deste Reino seja manifestada na terra. Estas pessoas são conhecidas por “missionários de oração”. Nosso desejo é que esse projeto se estenda para 24h por dia e 7 dias por semana. Por isso precisamos de pessoas! Nada do que fizermos na cidade será concreto sem que antes não tenha se concretizado nas regiões celestiais.
   Eu estou aqui com este objetivo e pretendo, em 2015, ter uma agenda de trabalho integral voltado a Casa de Oração. Isto compreende:
  • Dedicar 20 horas semanais em oração, adoração, leitura e meditação na Palavra e 20 horas semanais praticando justiça social, que envolve trabalhos voltados às necessidades da cidade como: visitas em hospitais, auxílio educacional aos analfabetos entre tantos serviços que toda cidade apresenta junto aos pobres e mais necessitados. Um total de 40 horas semanais – o equivalente a uma jornada de trabalho;
  • Devido à ênfase na adoração – e isto envolve música – tenho o desafio de retomar os estudos de piano, meu instrumento desde pequena. Por anos deixei esta habilidade estagnada, e agora chegou o tempo de desenterrá-la para honrar ao Rei. A Casa de Oração necessita de músicos e cantores habilitados e dispostos a servir em excelência ao nosso Deus, como se fazia no tabernáculo de Davi (1Crônicas 23.5; 25.7).

  Atualmente, conseguimos mudar para um local mais amplo e, assim, estruturar com mais excelência os turnos de adoração e intercessão, além de fazer deste espaço um local para conferências e estudos, contribuindo com a vida espiritual de tantos irmãos na cidade e região.
  Foram muitos dias de dedicação dos irmãos da comunidade para preparar o novo local que conta com espaço para a sala de oração e um espaço para estudos em pequenos grupos!

CASA BETÂNIA

  Este é o carinhoso nome que demos à nossa república feminina. Em 2013, quando ouvimos o Senhor nos chamar para estar em Monte Mor, logo entendemos que nossa casa não seria apenas uma república onde algumas moças morariam juntas, mas um lugar onde Jesus realmente pudesse descansar, como fazia na casa de seus amigos Lázaro, Marta e Maria. Nosso objetivo era viver como igreja aqui desde nosso lar, onde “temos tudo em comum”. Iniciamos 2014 em 4 moças e, a partir de agosto, nos mudamos para receber mais uma moça. Entendemos que podemos receber a Cristo em nossa casa quando abrimos nossas portas para pessoas se hospedarem aqui ou, simplesmente, passarem por aqui para ter um tempo de comunhão, tomando um singelo café.
  Em 2015, queremos realmente ser uma extensão da Casa de Oração como uma base missionária, onde podemos receber moças desejosas de conhecer Monte Mor, participar das ações ligadas à Casa de Oração ou simplesmente ter um tempo de descanso entre nós. Também queremos receber mais vezes as obreiras e alunas do CPP, para um tempo de lazer e comunhão, como já aconteceu em 2014.
Somos muito gratas por tudo que Deus nos tem dado por aqui, pois nada nos tem faltado! A cada dia fomos surpreendidas com seu carinho e provisão. Chegamos em janeiro de 2014 com nossas malas, 1 colchão e algumas panelas. Fomos morar numa edícula de 4 cômodos. Hoje, estamos numa casa, ainda pequena, mas com 2 quartos e temos até uma sala/cozinha onde conseguimos reunir parte da comunidade. Já perdemos a conta de quantas doações e favores recebemos!

COMO AJUDAR?

   Para que minha dedicação seja realmente integral, preciso de pessoas dispostas a participar comigo deste desafio. Eu facilmente conseguiria emprego nas escolas da prefeitura de Monte Mor; aliás, esta foi uma das grandes provisões de Deus em 2014 para que minhas necessidades fossem completamente sanadas e outras pessoas fossem abençoadas. No entanto, estou disposta a não dividir meu tempo semanal com nenhuma outra atividade que não seja a Casa de Oração e as atividades de nossa república. A escola sempre chamará minha atenção, pois esta foi minha profissão nos últimos 10 anos! Amo ensinar e amo a educação! Porém, este ano não quero me fascinar por nada mais que não seja o Senhor.
  Tenho um gasto mensal que fica em torno de R$600,00 (aluguel, energia, água, alimentação e cuidados pessoais) e, agora, com a necessidade de retomar os estudos de música, terei ainda que investir nessa área, pois preciso de aprimoramento para que meu trabalho tenha a excelência da qual Deus é Digno.
  Alguns amigos me abençoaram fielmente em 2014, além da Comunidade Vineyard Bauru - minha querida família de fé - e sou muita grata por isso! Se você desejar fazer parte desta jornada comigo na cidade de Monte Mor neste ano, ficarei grata e muito feliz! Há um caminho a ser preparado; poucos têm sido os trabalhadores e você pode fazer parte disso comigo!
  E que venha o Reino em Monte Mor!

“E a vida eterna é esta: que conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, que enviaste.”
 João 17.3

PARA AJUDAR:
Caixa Econômica Federal
Agência: 1996
Operação: 013
Conta nº  00031546-0

sábado, 6 de dezembro de 2014

Por que uma Casa de Oração em Monte Mor?

by Marcos Batista
    Bem, deveríamos começar com outra pergunta: afinal, de onde vem o termo “casa de oração”?
   
   A frase “casa de oração” está em Isaias 56:7, encontrada duas vezes, “também os (estrangeiros) levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos.”
   
  Jesus citou este versículo quando expulsava os cambistas do templo, de acordo com Marcos 11:17, “também os ensinava e dizia: Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações? Vós, porém, a tendes transformado em covil de salteadores.” (transcrito também em Mateus 21:13 e Lucas 19:46)
  
  O coração da casa de oração talvez seja melhor percebido através do clamor do coração de Davi, no Salmo 27:4, “uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo.

   Esta casa de oração, o tabernáculo de Davi, foi estabelecida pelo rei Davi, e está mencionada em muitas outras referências bíblicas, mas a melhor que a descreve está em 1 Crônicas 16:1-37: “1 Introduziram, pois, a arca de Deus e a puseram no meio da tenda que lhe armara Davi… 4 Designou (Davi) dentre os levitas os que haviam de ministrar diante da arca do SENHOR, e celebrar, e louvar, e exaltar o SENHOR, Deus de Israel… 37 Então, Davi deixou ali diante da arca da Aliança do SENHOR a Asafe e a seus irmãos, para ministrarem continuamente perante ela, segundo se ordenara para cada dia.”

  A melhor imagem das intenções da casa de oração está no livro de Apocalipse, nos diversos descritivos dos remidos reunidos diante do Trono de Deus, tal como em Apocalipse 5:8-9, “… os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação.” (FONTE: International House of Prayer, Kansas City – IHOPKC)

   Se eu tivesse que resumir o objetivo de estabelecer uma casa de oração, diria simplesmente: porque o Senhor é digno de ser adorado continuamente! Cremos que Ele é digno de ter um altar de adoração incessante aqui em Monte Mor e que a presença dEle aqui afetará diretamente toda a realidade desse lugar!
   
  Não se trata de um novo modelo de culto, muito menos de igreja. Ao contrário, a casa de oração é um local onde a igreja deve permanecer em ação de contemplação e unidade. Por isso, é um local onde todos os ministérios da cidade podem frequentar e atuar em oração e adoração.
  
 Embora saibamos que muitos projetos sociais sanariam diversas necessidades da cidade, entendemos que tudo deve começar com a oração e que é através dela que o Senhor falará conosco, nos dizendo exatamente o que devemos fazer aqui. Assim como Jesus só fazia o que via o Pai fazer enquanto estava em seu ministério terreno, assim queremos proceder em Monte Mor. E não saberemos a vontade do Pai se não mantivermos um relacionamento com Ele baseado na oração.
   
  Queridos, se não somos capazes de cultivar a presença do Senhor, como vamos cultivar a obra que a Ele pertence? Esse tem sido meu maior questionamento!
  
  Ao decidir permanecer em Monte Mor, sabia que estaria vindo para o “nada”. Não temos uma instituição social aqui ou uma base missionária bem estruturada para movimentar a cidade. Tudo está em início, inclusive a vida de igreja. E tem sido um tremendo desafio para todos, tanto para nossos líderes como para nós que deixamos nossas vidas estáveis para viver o início de tudo isso. E, se não estivermos firmes em oração, corremos o risco de ser apenas mais uma “porta de igreja” sendo aberta na cidade. E esta não é nossa intenção, pois existem muitos ministérios por aqui – que inclusive nos relacionamos com certa frequência.
  
 Portanto, edificar uma casa de oração significa a edificação de um altar para o Senhor prioritariamente aqui. Nos movimentamos em outras áreas a partir do que Deus nos tem ministrado enquanto estamos diante dEle, em contemplação. E, por enquanto, temos apenas 2 turnos estabelecidos. Nosso alvo é termos turnos por 7 dias da semana, 24 horas por dia. E temos sido enormemente agraciados pela presença do Pai nesse pouco tempo de dedicação. Mas esperamos por mais!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Um pouco sobre Monte Mor - SP


    Uma cidade com pouco mais de 50 mil habitantes, com “cara” de cidade pequena do interior, mas com realidade de violência como muitas cidades grandes. Infelizmente, é assim que ouvimos a definição da cidade de Monte Mor pela maioria de seus moradores!
    Todos os dias nos deparamos com notícias bastante ruins sobre a cidade, a começar pelo tráfico de drogas e relatos de estupro infantil dentro das próprias casas onde as crianças moram. E, ao olhar para a maneira como a cidade se desenvolveu, encontramos bairros desconectados entre si e realidades extremamente diferentes de um lugar para o outro. Para somar a tudo isso, a maioria da população não é nascida na cidade, mas advinda de outras localidades atraídas por promessas de bons empregos – o que nem sempre encontram quando por aqui chegam.
 

   Estar aqui não parece “grande coisa” comparado aos esforços de tantos outros irmãos que se deslocam para outros países ou para o nordeste brasileiro para cumprir um chamado do Senhor. No entanto, a cada dia percebemos que Deus tem um carinho muito especial com essa terra e que não foi à toa que a batizaram por um nome sinônimo de “lugar mais alto”. Vemos por toda a Escritura o quanto Deus se agrada de habitar em lugares altos! E é exatamente isso que ansiamos para esta cidade: que o Senhor encontre um lugar para repousar aqui! E, claro, nossa maior expectativa é que à medida que a presença de Deus por aqui estiver, toda essa realidade de violência chegará ao fim!
    Enquanto cursava o CPP no ano passado, participei junto com outros irmãos de um momento onde sentimos um peso muito grande por estar aqui e fazer dessa cidade um lugar onde a presença de Deus fosse real, e definitivamente foi isto que nos atraiu para cá. Hoje somos uma comunidade de quase 50 pessoas – nenhuma nascida aqui! – que trabalha para que este seja um lugar para Deus repousar. E entendemos que isso não acontecerá sem oração! Esse é o principal motivo de uma Casa de Oração ter sido iniciada aqui com o objetivo de funcionar 24h por dia, 7 dias por semana! E esse mover de oração conhecido por “24/7” ou “Oração Dia e Noite” é algo que tem acontecido em vários locais pelo mundo.
    Nas próximas postagens, vou compartilhar mais sobre isso!
    Agradeço por todas as orações e contribuições!

domingo, 20 de outubro de 2013

Sobre como evangelizamos

   Neste último final de semana, do dia das crianças (12 de outubro), tive mais um grande aprendizado aqui em Monte Mor. Durante minha jornada com Cristo, já participei de várias situações de evangelismo, tanto as mais pessoais quanto as que chamamos de "impacto evangelístico" e sempre ouvi que, qualquer que fosse a situação, tínhamos que chegar no 'clichê' de "falar de Jesus" e promover o famoso apelo - aceita Jesus no seu coração? - como uma receita infalível para 'ganhar almas para Jesus'. E, assim que ouvíssemos o "sim" da pessoa evangelizada, poderíamos ir embora que o resto Deus fazia, sem preocupação alguma de dar continuidade do relacionamento com as pessoas abordadas.

   Com certeza, muitos de nós - evangélicos de carteirinha - já nos envolvemos com situações assim! E com o objetivo de cumprir o "IDE e pregai o Evangelho...", seguimos as receitas mais utilizadas pelo meio 'evangeliquês' como se fossem as únicas formas e as mais eficazes de alcançar todas as Nações. Claro a Palavra de Deus não volta vazia, mas pensando em todas as receitas que já aprendi, tenho refletido no quando nossas "boas ideias" podem, nem sempre, ser tão boas assim; pois uma coisa já é fato: nossas palavras e abordagens evangelísticas não colam mais e a explicação mais razoável é que elas não condizem com a nossa expressão de vida no Evangelho. 

   Pense comigo: como Jesus fazia? Ou melhor: o que Ele NÃO fazia?

  1. Jesus nunca chegou se apresentando como evangélico e, muito menos, como membro de uma denominação ao abordar as pessoas, pois seu objetivo nunca foi levar ninguém para sua Igreja para que ela crescesse mais que a dos outros e provasse para o mundo que naquela Igreja é que havia a doutrina certa;
  2. Ele nunca se preocupou com um 'script' a ser seguido, onde primeiramente deveria se falar disso e depois daquilo;
  3. Nunca se preocupou em fazer teatrinhos ou deu abraços grátis para que as pessoas lhe dessem atenção, nem precisou cuspir fogo ou dar cambalhotas - nem com as crianças;
  4. Não entregou Bíblias nem folhetos;
  5. Não carregou cartazes ou fez passeatas.
Enfim, poderia elencar muitas outras coisas que Jesus não precisou fazer para proclamar a vinda do Reino de Deus e seu juízo sobre a Terra. Nem mesmo na vida dos apóstolos vemos 'estratégias de evangelismo' sendo feitas para fisgar alma alguma. E por que fazemos tantos projetos, apelos, campanhas e trabalhos com estratégias tão humanas? 

   A resposta é simples: porque não temos o mesmo Evangelho sendo pregado hoje pois o verdadeiro Evangelho, quando pregado, não precisa de teatros ou máscaras brancas para seduzir ninguém. O verdadeiro Evangelho não precisa de enfeites nem marketing! Por si só, o verdadeiro Evangelho traz o resultado de vidas transformadas, pois quando pregado impacta as pessoas de tal forma que não há outra reação senão o arrependimento e a mudança de vida.

   Qual Evangelho temos pregado? Por que precisamos tanto de estratégias hoje para convencer as pessoas?

   Convido você a se debruçar nas Escrituras e retomar a leitura dos Evangelhos com um olhar de análise ao que Jesus fazia e, em seguida, observar as pregações do livro de Atos e que tire um tempo de reflexão ao que temos feito hoje e por que nossos resultados são tão fracos.

  Queremos o Reino de Deus na Terra? Então, deixemos de lado nossas 'boas ideias' e nos voltemos ao propósito real da pregação deste Evangelho do Reino!