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sábado, 6 de dezembro de 2014

Por que uma Casa de Oração em Monte Mor?

by Marcos Batista
    Bem, deveríamos começar com outra pergunta: afinal, de onde vem o termo “casa de oração”?
   
   A frase “casa de oração” está em Isaias 56:7, encontrada duas vezes, “também os (estrangeiros) levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos.”
   
  Jesus citou este versículo quando expulsava os cambistas do templo, de acordo com Marcos 11:17, “também os ensinava e dizia: Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações? Vós, porém, a tendes transformado em covil de salteadores.” (transcrito também em Mateus 21:13 e Lucas 19:46)
  
  O coração da casa de oração talvez seja melhor percebido através do clamor do coração de Davi, no Salmo 27:4, “uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo.

   Esta casa de oração, o tabernáculo de Davi, foi estabelecida pelo rei Davi, e está mencionada em muitas outras referências bíblicas, mas a melhor que a descreve está em 1 Crônicas 16:1-37: “1 Introduziram, pois, a arca de Deus e a puseram no meio da tenda que lhe armara Davi… 4 Designou (Davi) dentre os levitas os que haviam de ministrar diante da arca do SENHOR, e celebrar, e louvar, e exaltar o SENHOR, Deus de Israel… 37 Então, Davi deixou ali diante da arca da Aliança do SENHOR a Asafe e a seus irmãos, para ministrarem continuamente perante ela, segundo se ordenara para cada dia.”

  A melhor imagem das intenções da casa de oração está no livro de Apocalipse, nos diversos descritivos dos remidos reunidos diante do Trono de Deus, tal como em Apocalipse 5:8-9, “… os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação.” (FONTE: International House of Prayer, Kansas City – IHOPKC)

   Se eu tivesse que resumir o objetivo de estabelecer uma casa de oração, diria simplesmente: porque o Senhor é digno de ser adorado continuamente! Cremos que Ele é digno de ter um altar de adoração incessante aqui em Monte Mor e que a presença dEle aqui afetará diretamente toda a realidade desse lugar!
   
  Não se trata de um novo modelo de culto, muito menos de igreja. Ao contrário, a casa de oração é um local onde a igreja deve permanecer em ação de contemplação e unidade. Por isso, é um local onde todos os ministérios da cidade podem frequentar e atuar em oração e adoração.
  
 Embora saibamos que muitos projetos sociais sanariam diversas necessidades da cidade, entendemos que tudo deve começar com a oração e que é através dela que o Senhor falará conosco, nos dizendo exatamente o que devemos fazer aqui. Assim como Jesus só fazia o que via o Pai fazer enquanto estava em seu ministério terreno, assim queremos proceder em Monte Mor. E não saberemos a vontade do Pai se não mantivermos um relacionamento com Ele baseado na oração.
   
  Queridos, se não somos capazes de cultivar a presença do Senhor, como vamos cultivar a obra que a Ele pertence? Esse tem sido meu maior questionamento!
  
  Ao decidir permanecer em Monte Mor, sabia que estaria vindo para o “nada”. Não temos uma instituição social aqui ou uma base missionária bem estruturada para movimentar a cidade. Tudo está em início, inclusive a vida de igreja. E tem sido um tremendo desafio para todos, tanto para nossos líderes como para nós que deixamos nossas vidas estáveis para viver o início de tudo isso. E, se não estivermos firmes em oração, corremos o risco de ser apenas mais uma “porta de igreja” sendo aberta na cidade. E esta não é nossa intenção, pois existem muitos ministérios por aqui – que inclusive nos relacionamos com certa frequência.
  
 Portanto, edificar uma casa de oração significa a edificação de um altar para o Senhor prioritariamente aqui. Nos movimentamos em outras áreas a partir do que Deus nos tem ministrado enquanto estamos diante dEle, em contemplação. E, por enquanto, temos apenas 2 turnos estabelecidos. Nosso alvo é termos turnos por 7 dias da semana, 24 horas por dia. E temos sido enormemente agraciados pela presença do Pai nesse pouco tempo de dedicação. Mas esperamos por mais!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Um "segredo" bem compartilhado!


  Estamos chegando ao final de um ano e, ao iniciar o próximo, logo queremos renovar muitas coisas e fazer muitos planos, inclusive sobre os livros que leremos e como será nossa vida de oração e devoção.


   Bem, gostaria de aproveitar esse momento e indicar um livro excelente, inclusive, para uso no tempo de devocional: O Segredo do Lugar Secreto, de Bob Sorge. O autor, ministro de louvor em Kansas City, anunciou quando tinha 21 anos que teve problemas com sua voz. Tal situação o levou não apenas pela busca da cura, mas para um relacionamento mais íntimo com o Senhor.

  O livro traz uma divisão de quatro partes, cada uma recheada de 'chaves' para reacender nosso desejo para buscar a Deus.

   Abaixo, um breve trecho do capítulo 40 - "O segredo de contemplar Jesus":

  "Minha experiência provou que não consigo conhecer Jesus melhor através da oração. A oração é onde expresso meu amor de acordo com o que conheço dele. A oração é o amor trocado. Mas se eu quiser conhecê-lo melhor, devo me aproximar de sua Palavra e contemplá-lo nela. Conhecer mais de Cristo requer revelação, e a revelação geralmente requer meditação na Palavra: " E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito." ( 2 Co 3.18)"

   Este foi dos livros que me edificou muito neste ano! Por muito tempo desprezei o valor deste 'lugar secreto'. O Senhor deseja estar conosco em um lugar secreto, onde possa revelar-nos sua glória. Se não temos tempo para Ele - além dos cultos de domingo - como o conheceremos de fato?

   Desejo que você seja atraído para este lugar mais e mais. E não recuse este convite, pois Ele estará lá!

domingo, 3 de novembro de 2013

"Se eu quiser falar com Deus..." Parte 1

   De acordo com a música de Gilberto Gil - artista que admiro e respeito - existem inúmeras condições para conseguirmos falar com Deus e, tristemente, apesar de todos os esforços por ele sugeridos, no final resta somente a desilusão de não ter encontrado esse Deus. Infelizmente, essa é a realidade de muitos cristãos e foi a minha por muito tempo.

   Em minha jornada cristã, a oração sempre foi um ponto fraco - o que, com certeza, agradou muito nosso adversário. Não que eu nunca orasse; pelo contrário, orava razoavelmente em casa antes de dormir, dava um "bom-dia" ao Senhor quando acordava e, quando a situação 'ficava preta' tornava-me uma excelente pessoa de oração, fervorosa e animada, até que o problema era resolvido e minha rotina de oração voltava a reduzir-se no "boa noite" e "bom dia" Jesus. Sem contar que sempre marquei presença nos cultos e semanas de oração. De fato, nunca compreendi a devida importância dessa disciplina espiritual e por isso, nunca a priorizei. 

   E, afinal de contas, o que fazer para falar com Deus? Sim, pois a oração realmente é onde nos comunicamos com o Senhor. Jesus nos ensina como fazer em Mateus 6.6-8, seguindo com o 'modelo ideal' de oração, que é o Pai-Nosso. Mas o que gostaria de enfatizar aqui é exatamente o "entrar em nosso quarto e fechar a porta". Jesus nos orienta a estar a sós com o Pai, em completa entrega (o que inclui não ter distrações) e entrar em intimidade. O quarto é maior representação de local de intimidade, onde não levamos qualquer pessoa desconhecida.

  O Senhor nos chama para um "lugar secreto", um lugar onde estaremos sozinhos com Ele, dependentes apenas de sua companhia, onde apenas a voz dEle deve ser ouvida e apenas Sua presença deve ser esperada. O lugar de intimidade que gerará intimidade! Não deve ser um esforço, mas uma ação voluntária e de expectativa. Um lugar íntimo onde Ele pode se fazer conhecido e nós podemos ser livres para conhecê-lO. 

  Vemos na vida de Davi tantos salmos e quase nunca paramos para refletir de onde vinha tanta inspiração. Ele simplesmente falava daquilo que vivia com o Senhor em seu lugar secreto, justamente onde podia falar com o Pai e conhecê-lO. Moisés, quando subia ao monte, fazia dali o seu lugar secreto e quantas coisas ouviu do Senhor! Simplesmente foi o homem que mudou a história de Israel. Ah, claro: Jesus fez do deserto o seu lugar secreto!

   Qual tem sido o seu lugar secreto? Onde você pode se encontrar intimamente com o Pai? Quanto tem sido o tempo dedicado a isso? 

domingo, 22 de setembro de 2013

JESUS: a solução de Deus para a idolatria

    Numa postagem anterior, compartilhei a grande crise que enfrentei aqui em Monte Mor no 1º semestre, sobre pensar corretamente a respeito de Deus. Desde então, essa tem sido minha busca diária: conhecer a Deus. 

    Essa semana fiquei muito feliz por encontrar uma "resposta", praticamente a mais simples e direta de todas, para um dos aspectos dessa crise, que era o fato de cometer idolatria se meu pensamento sobre Deus estivesse incorreto. Afinal, se crio uma imagem, ainda que mental, que não corresponda de forma digna com quem Deus realmente é, esse terrível pecado torna-se recorrente. E, por toda a Bíblia, encontramos exortações sobre o quanto a idolatria é abominável a Deus.

    Então, qual é a solução para isso? Como podemos pensar corretamente a respeito de Deus, sem criar imagens ou um personagem que não corresponda com Ele?

   A resposta é bem simples: JESUS. No Evangelho de João, logo no 1º capítulo, versículo 18, lemos que "Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus Unigênito, que está junto do Pai, o tornou conhecido."; ou seja, Jesus é o Único que nos pode revelar algo correto e coerente sobre Deus já que Ele mesmo o vê completamente e somente Ele pode torná-lo realmente conhecido. Também Paulo, em sua carta aos colossenses afirma que "Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele." (Cl 1.15-16). Assim, somente conhecendo a Cristo temos a revelação da imagem correta e PERFEITA do Pai. Apenas por meio da compreensão de quem é Jesus é que podemos compreender quem é Deus. Não há outra maneira! 

   Portanto, quando dizemos que "Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida", não sejamos simplistas, mas reflitamos no quanto essa verdade nos mostra como Deus, em seu imenso amor, se revelou a nós, exercendo sua justiça em permitir que O conheçamos de fato e abandonemos nossas imagens erradas a respeito dEle que nos condenaria eternamente.

OBS: Para saber mais, acesse a postagem "Por que devemos pensar corretamente a respeito de Deus?" 
http://tatipompei.blogspot.com.br/2013/08/por-que-devemos-pensar-corretamente_5076.html

domingo, 15 de setembro de 2013

A verdadeira vida está na morte

Esta semana quero compartilhar um pequeno texto do Leandro Ferraz, um dos obreiros que moram e atuam no CPP aqui em Monte Mor. Ele tem 27 anos, é casado com a Flávia (26 anos) e após 3 anos de casados e uma vida baseada no consumismo, receberam o chamado do Senhor para uma vida de simplicidade e, radicalmente, foram participar da Missão "Afrika wa Yesu", junto com a Susana Walker, durante o ano de 2012. Lá, ele atuou na área de construção civil em projetos sociais e ela no projeto "Casa Esperança", onde auxiliou na formação de professores e na alfabetização de muitas crianças. Atualmente, residem na Chácara Peniel e fazem parte da equipe de monitoria do CPP. Este ano, o Leandro já participou de uma missão no Haiti, também na área de construção civil, edificando pequenas igrejas, e logo irá novamente para lá, enquanto a Flávia tem se dedicado ao cuidado e ensino de crianças que moram na chácara - filhos de alunos do CPP; além da formação de pessoas para atuar no trabalho com crianças, onde tenho uma pequena participação. Enfim, é um casal muito querido que tem edificado minha vida na busca por conhecer a Deus.
 
 
"A verdadeira vida está na morte, o centro da vontade de Deus não é o fim, mas sim um ponto inicial para um profundo relacionamento com a eternidade, Deus."
Por Leandro Ferraz
Chamados para morrer no Senhor.
Uma visão: Imagine-se em um bosque, e no centro desse bosque tem um lago. O bosque é um lugar agradável e o lago é o centro da vontade de Deus. Essa visão nos mostrará três tipos de cristãos: o espectador, o superficial e o ativista.
O primeiro é o espectador, ele está debaixo da sombra de uma árvore olhando seus irmãos superficiais nadando no lago, ou seja, pessoas se relacionando com Deus.
O segundo é o superficial, que está nadando consciente que esse lago é Deus e que aquele lugar é o centro da vontade dEle, mas ainda não entendeu que Deus é muito mais profundo do que ele tem nadado. Logo, ele não avança em nada no que se refere ao Reino de Deus. E para piorar fica sempre julgando o irmão espectador.
O espectador que vive debaixo da confortável sombra da árvore, reproduz tudo o que vê e ouve dos irmãos superficiais, afinal tudo o que eles fazem está em um nível tão superficial que dá para ver e ouvir. Isso proporciona para o espectador o título de “cristão”, afinal ele fala com ousadia tudo o que ele vê e ouve.
O terceiro é o ativista, sendo ele muitas vezes tão criativo, constrói um trampolim na beira do lago. Muito interessante, pois ao saltar do trampolim ele tem vários sentimentos ao mesmo tempo, alegria, medo, adrenalina, etc. E também devido à altura que o trampolim o eleva, o ativista consegue em seguida alcançar uma profundidade considerável em Deus.
Mas essa profundidade não é o fim. Logo ele retorna à margem e começa a pensar em outro tipo de salto. Por exemplo, um novo estilo de evangelismo, campanhas, etc. E para piorar a situação, começa a julgar os irmãos superficiais porque eles nunca saem do mesmo lugar, e quando isso acontece ele perde de foco toda a experiência única e particular que obteve no último salto. Então ele sai do lago, ou seja, do centro da vontade de Deus, sem perceber e vai se preparar para mais um salto. Afinal, nele não está mais claro o que Deus falou e pediu, ou possivelmente, nunca esteve. Ele alcançou profundidade, mas não captou verdadeiramente a vontade de Deus e assim, saiu cheio de sentimentos e emoções que o levaram a julgar os seus irmãos superficiais. Após julgar, ele se prepara novamente para saltar, pois deseja ter novamente os sentimentos que o salto proporciona, mas ainda não entendeu que o salto é apenas um meio para se lançar profundamente no Senhor.
O verdadeiro cristão muitas vezes passa por todas essas experiências antes de ser verdadeiro. Ele vive a experiência de ser o espectador, de ser o nadador superficial e até mesmo o de ser ativista, mas Deus não nos chama para vivermos essa vida. Deus nos chama para morrermos afogados n’Ele, logo nos tornamos verdadeiros quando entendemos e aceitamos o chamado para conhecermos Ele eternamente, sem jamais sair da vontade Dele.


domingo, 11 de agosto de 2013

Por que devemos pensar corretamente a respeito de Deus?

O que vem à nossa mente quando pensamos em Deus? Como essa ideia foi formada em nós? Está correta? E se não estiver correta, qual é o problema?

Neste 1º semestre, durante uma das aulas de “Doutrinas da Graça”, ministrada pelo Angelo Bazzo, tive uma das maiores crises da minha vida cristã ao me deparar com esses questionamentos. Enquanto eu ainda reagia à vertigem que me causou, ele nos expôs um pouco do que A.W. Tozer diz em seu livro “Mais perto de Deus” (hoje não mais comercializado, infelizmente!), onde o autor aponta que “o que vem à nossa mente quando pensamos em Deus é a coisa mais importante no que diz respeito à nossa própria pessoa”, ou seja, idealizamos um Deus conforme nossas maiores virtudes, moldando-O como um igual, já que as referências mais próximas que temos são humanas. E ainda, diz Tozer que “um Deus gerado às sombras de um coração decaído não poderá ser a imagem real do Deus Verdadeiro”.

Diante disso e em meio à outra crise vertiginosa, me perguntei: Afinal, será que conheço Deus? Será que esse Deus que foi gerado em meus pensamentos é o Deus de Israel, o Deus da Bíblia? Por que, afinal, eu deveria pensar corretamente a respeito de Deus?

Após a leitura do livro e muitos dias refletindo durante o período de devocional que temos em nossa rotina no CPP, compreendi que o pensamento que temos sobre Deus determina diretamente: nossa conduta; nossa adoração; nossa visão de mundo; nosso relacionamento com Deus; nossa expressão de Deus para o mundo. Mas, o que mais me impactou em meio a essa crise, foi compreender que uma imagem errada de Deus tem um nome: IDOLATRIA. Sobre isso, diz Tozer: “Entre os pecados para os quais se inclina o coração humano, nenhum é mais odioso do que a idolatria; pois no fundo, a idolatria difama o caráter divino. O coração idólatra entende Deus de maneira diferente do que Ele realmente é – isto, em si, já constitui pecado horrendo – e substitui o Deus Verdadeiro por um deus feito à sua imagem. Este deus sempre se conformará com a imagem daquele que o concebe e será falso ou puro, cruel ou benigno, conforme a condição moral da mente da qual emerge”. 

Vemos, em toda a Escritura, o quanto O Senhor abomina os atos de idolatria! Na carta de Paulo aos Romanos, há uma grande advertência em relação a isto:
“Portanto, a ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.”  (Rm 1.28-23 NVI)

Creio ser isto algo que todos nós precisamos refletir com muito temor para não corrermos o risco de sermos achados idólatras pelo Deus de Israel. Portanto, não espero que minha fome e sede por conhecer a esse Deus cessem ou diminuam, mas que eu anseie cada vez mais, desesperadamente, por conhecê-lO!

Desejo que você também faça uma autoanálise sobre seus pensamentos a respeito de Deus e busque, diariamente, por uma revelação verdadeira sobre quem Ele é. A referência para isto nos está disponível – a Bíblia. Leia e ore ao Senhor para que, em cada texto, seu entendimento por Ele seja verdadeiro.